Battleship: A Batalha dos Mares – Crítica

Publicado por Clarissa Ramos. Postado em Crítica

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Publicado em 24 de maio de 2012 com 3 Comentários

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No fundo do mar seria menos vergonhoso

Quando vi o trailer dizendo que o filme tinha os mesmo produtores de Transformers, eu já esperava algo como o que o filme apresentou.  Um filme sem nexo, sem  roteiro, falas toscas e cheias de clichê. Esperem por mais ênfase nessa parte clichê. Vou ser até repetitiva, mas escutar “foi uma honra lutar com você” no meio de um filme que mostra pessoas em guerra, é meio demais pra mim. Enfim… quase duas horas de filme completamente sem trama e sem sentido.

No filme, a NASA descobre um planeta quem possui características semelhantes às do planeta Terra, capaz de sustentar vida. A partir dessa probabilidade de fazer contato com a vida alienígena, enviam ao espaço um sinal, disparado a partir do Havaí, base de Pearl Habor. Anos depois, Durante um treinamento internacional de guerra de militares navais, os soldados se deparam com navios não identificados em alto mar, e após serem “descobertos”, iniciam um ataque.

Diretor Peter Berg... nada desconhecido e também nada inovador

Vamos por partes: Pra começar, o diretor, Peter Berg… eu nunca tinha ouvido o nome dele antes. E quando pesquisei, vi que os trabalhos anteriores (Hancock, O Reino) já davam indícios do tipo de filme que viria. Rihanna no elenco? Me deu medo já no trailer… vê-la em cena sinceramente não mudou em nada. Ela só aparece para dizer as frases mais batidas dos filmes. Clichê total. Aliás, falar da atuação dos atores é até maldade, porque o roteiro realmente não ajuda. Tentativas (falhas) de um alivio cômico só me fizeram rir de vergonha alheia.

Rihanna... coitada.

A cena que abre o filme, com o tenente Hooper (Taylor Kitsch) conhecendo sua namorada (Brooklyn Decker), a fisioterapeuta filha do almirante Shane (Liam Neeson) já apresenta mais uma Megan Fox. Bonita e sem talento. A cena é talvez a coisa mais constrangedora e non sense que vi até hoje. Um cara invadir, e ainda quebrar uma loja de conveniência só para conseguir um burrito para impressionar uma garota q conheceu no bar? Até para um filme é forçado demais.

Nova Megan Fox? Brooklyn Decker

Acho que a única coisa que salva no filme são os efeitos especiais, que realmente lembram a franquia de Transformers, até mesmo nos seus barulhos, durante as transformaçoes dos seres intergaláticos.  O que mais agradou? A trilha sonora! Poder curtir um som de AC/DC foi um alento ao meu coração durante a tortura de assistir um filme tão fraco.

Só gaste seu dinheiro indo ao cinema se você tiver certeza de que vai rolar uns amassos nas poltronas. Porque assistir o filme não está dentro de uma boa dica. espere o filme chegar ás locadoras e assista para desencargo de consciência.

Sobre Clarissa Ramos

Jornalista por formação, estudante de Direito por opção. Apaixonada em esportes, cinema e séries de TV.

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